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AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORRER CONOSCO: TEMOS QUE PASSÁ-LAS DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!
http://pt.wikipedia.org/wiki/Janu%C3%A1rio_Garcia_Leal
http://www.saobentoabade.mg.gov.br/cont_pag1.asp?pag=41
E É POR ISSO QUE EXISTIMOS: PORQUE OS ORFÃOS DO JOÃO GARCIA LEAL FORAM PARA A VILA FRANCA DO IMPERADOR NA PROVINCIA DE SÃO PAULO E DEPOIS PARA FUNDAR E POVOAR A REGIÃO DO BOLSÃO NO ATUAL MATO GROSSO DO SUL. Hoje somos entre mortos e vivos mais de 30.000 descendentes do martirizado JOÃO GARCIA LEAL.
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Segundo a tradição oral de São Bento Abade, no final do século XVIII e início do século XIX, teria ocorrido na região a saga do lendário Januário Garcia Leal, herói vingador e principal protagonista da história.
Januário Garcia Leal, (o lendário “Sete Orelhas”), nasceu em Jacuí, sul de Minas Gerais, por volta de 1761 ,e faleceu em Lava Tudo, Lages, no estado de Santa Catarina no ano de 1808. Apesar de ter vivido sempre na região sudeste do país, especificamente em Minas Gerais. Era filho de Pedro Garcia Leal (açoriano, filho de João Garcia Pinheiro e Maria Leal) e de Josefa Cordeiro Borba (nascida na Freguesia de Cotia – SP, filha de Inácio Diniz Caldeira e Escolástica Cordeiro Borba). Januário provinha de uma importante família e estava rodeado de familiares também não menos importantes aos olhos da administração colonial portuguesa. Foi casada com Dona Mariana Lourença de Oliveira (filha de João Lourenço de Oliveira, natural de São João Del-Rei, e de Rita Rosa de Jesus, da Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo), com quem teve descendência.
Em 21 de janeiro de 1802, Januário recebeu carta patente assinada pelo Capitão General da Capitania de Minas Gerais, Bernardo José de Lorena, nomeando-o como Capitão de Ordenanças do Distrito de São José e Nossa Senhora das Dores.
Até esta época Januário era um pacato fazendeiro, que vivia na propriedade denominada Ventania, situada no Sul de Minas Gerais, juntamente com sua família e escravos. Tinha uma vida comum a de todos de seu tempo, até que um acontecimento trágico mudara definitivamente os rumos de seu destino: a morte covarde de seu irmão João Garcia Leal, que foi surpreendido na localidade de São Bento Abade por sete homens e atado nu em uma árvore, onde foi assassinado a sangue frio, tendo os homicidas, retirado lentamente toda a pele de seu corpo.
Na época, a burocrática justiça colonial mostrou-se absolutamente indiferente ao episódio, deixando impunes os sete irmãos que haviam perpetrado a revoltante barbárie. Ante o indiferentismo dos ineficientes órgãos de repressão à criminalidade, Januário associou-se a seu irmão caçula Salvador Garcia Leal e ao tio Mateus Luiz Garcia e os três capitães de milícias assumiram pessoalmente a tarefa de localizar e sentenciar os autores do horrendo crime, dando início a uma perseguição atroz, relembrando obscuros tempos da história da humanidade, quando a justiça ainda era feita pelas próprias mãos. A lei escolhida por Januário, chefe do bando de justiceiros privados, foi a de Talião – morte aos matadores – com o requinte estarrecedor de se decepar uma orelha de cada criminoso, juntando-as em um macabro cordão que era publicamente exibido como troféu pelos implacáveis vingadores. Somente depois de decepada a última orelha dos criminosos é que Januário deu-se por satisfeito. Segundo a tradição oral de São Bento Abade, Januário Garcia Leal, o alcunhado “Sete Orelhas”, teria sido considerado um dos mais terríveis facínoras de Minas Gerais, sendo sua história comparada a do lendário cangaceiro Lampião. É importante frisar que o “Rei do Cangaço” atuou no Nordeste Brasileiro, em uma época e em um contexto completamente diferentes da realidade mineira.
No entanto, Januário e seu bando sacudiram a Capitania de Minas Gerais, se sobrepondo às autoridades policiais e judiciárias, conquistando fama e respeito com seus impressionantes feitos, o que de fato o consolidou como um “herói”, um triunfo importante para a construção de seu próprio mito. (SOUZA, 1973).
No século XIX, várias famílias passaram a povoar a região do Tira Couro, atraídas pela mineração do ouro e pela fertilidade das terras propícias à agricultura e pecuária, ficando a região no entorno da Fazenda São Bento do Campo Formoso pouco povoada, uma vez que seus proprietários temiam o povoamento do local, segundo Frei José da Santíssima Trindade que visitou o local entre os de 1821 e 1825. Este fato contraria a regra geral de desenvolvimento das povoações mineiras, que tinha como principal característica a Igreja como elemento aglutinador.
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Os Garcia Leal em Franca
João Bekman Alves
I – Decadência do Ciclo do Ouro em Minas
No final do século XVIII a mineração entrou em decadência nas Minas Gerais, gerando enorme crise social com a ruína econômica e desestabilização das instituições públicas. Grande parte da população ligada à mineração procurou alternativas de subsistência nas atividades agropecuárias, buscando para isto, terras propícias, como as paulistas, no Sertão do Rio Pardo, este fato liga-se diretamente à criação da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca em 1805, visto que o pedido de criação da freguesia foi efetuado pelos entrantes mineiros. Já a degradação dos poderes judiciários propiciou o aparecimento da justiça privada exercida pelos capitães, cujo exemplo mais conspícuo no Sul de Minas foi o de Januário Garcia, o “Sete-Orelhas”.
Os Garcia Leal, como grande parte das famílias mineiras são originários do Arquipélago dos Açores, “essa gente ordeira, laboriosa, prolífera, antes ilhada nos Açores, não encontraria limites para sua expansão em terras brasileiras. Unindo seu nome ao dos paulistas que povoaram as Minas Gerais, transformaram-se em novos bandeirantes” .(1) Deve-se aos açorianos, tradições como: as festas do divino, as folias de reis, trouxeram também as rodas de fiar, os teares, o carro de boi e ainda os doces caseiros. (2) A Família Garcia Leal distribuiu-se por quase todo Sudeste do Brasil, principalmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás.
II – Ilha do Faial – Arquipélago dos Açores
Na ilha do Faial nasceu em 1679, João Garcia Pinheiro, que se casou com Maria Leal; este casal teve vários filhos que os acompanharam na sua migração para o Brasil, sendo que o filho caçula Pedro Garcia Leal nascido por volta de 1722 casou-se em Mogy-Guaçu bispado de São Paulo com Josepha Cordeyro Borba do clã dos Borba Gato. Os descendentes desses consortes constituem o ramo Garcia Leal.
Pedro Garcia Leal estabeleceu com esposa e filhos menores nas indecisas divisas de Minas e São Paulo no antigo caminho da Estrada dos Goiazes, onde dava assistência como negociante às expedições de conquista, havendo registros de assentos religiosos com seu nome contemporaneamente ao de Pedro Franco Quaresma e Bartolomeu Bueno do Prado, sertanistas paulistas desbravadores do Sertão do Jacuy. Nesse itinerário nasceram mais alguns de seus filhos – em Santa Cruz de Goiazes foi batizado em 1759 seu filho João Garcia Leal. Pedro Garcia Leal foi proprietário da Fazenda Talhados às margens do Rio Grande, aí provavelmente nasceu o filho Januário Garcia Leal por volta de 1761 (os registros da freguesia de Jacuy só começam a partir de 1764)(3).Pedro Garcia Leal foi casado em segundas núpcias com Maria dos Anjos não sendo conhecida descendência dessa união, faleceu em 1780 no arraial do Jacuy.(4).
Os irmãos João Garcia Leal e Januário Garcia Leal se estabeleceram como fazendeiros em Lavras do Funil no Sul de Minas.
O alferes João Garcia Leal contraiu matrimônio em 1783 com Maria Joaquina do Espírito Santo filha de Nicolau Martins Saldanha e Inácia Maria de Barros, pessoas influentes na região, tiveram os filhos Eufrásia (falecida em Franca em 1820), José Garcia Leal, Januário Garcia Leal(sobrinho), João Pedro Garcia Leal e Joaquim Garcia Leal. Januário Garcia Leal (tio) foi casado com Mariana Lourença de Oliveira, recebeu patente de capitão de ordenanças do distrito de São José e Nossa Senhora das Dores (atual Varginha) em 1802.
III – A Vingança de Januário Garcia
Data de pouco depois desta nomeação o cruel assassinato de seu irmão João Garcia Leal, ocasionado por desentendimentos sobre divisas de fazendas, o qual foi despelado na figueira do Tira Couro próximo à igreja de São Bento Abade, distrito de Lavras.
Januário Garcia Leal prometeu vingança diante do corpo desfigurado do irmão, antes, procurou os representantes da lei na Comarca do Rio das Mortes, em São João D’el Rey, a qual, a freguesia de Lavras era subordinada.
As autoridades alegaram falta de recursos e meios para aplicar a lei e deixaram em suas mãos o destino dos criminosos. Januário partiu no encalço dos homicidas e não descansou enquanto não completou um rosário de sete orelhas, o qual foi apresentado publicamente pendurado ao pescoço nas vilas e povoados por onde andou, segundo representações existentes nos arquivos em Portugal.(5)
Januário Garcia Leal teve o auxilio de seu irmão Salvador Garcia Leal e seu primo Mateus Luis Garcia nessas empreitadas; segundo Marcos Paulo de Souza Miranda(6), vigia em grande parte de Minas Gerais, uma jurisdição privada, exercida ao arrepio da lei e a revelia das autoridades portuguesas, abrangendo a região de São João D’el Rey, Campanha e Itapecerica, nela, os Garcia aplicaram a justiça pelas próprias mãos.
Segundo alguns autores os feitos de Januário Garcia Leal superam os cometidos por Lampião mais de um século depois.
O conselho Ultramarino expediu aos governadores das Capitanias de São Paulo e Minas ordens de prisão contra os Garcia, sendo que Salvador Garcia Leal chegou a ser preso, mas em seguida foi libertado. Depois disso Januário viveu algum tempo na sua propriedade na freguesia de Jacuy, Fazenda Ventania (Alpinópolis), que foi vendida em 1806 por sua esposa, a seu pedido, para saldar dívidas feitas com parentes no decorrer das perseguições que fez aos assassinos.(7).
Pesquisas históricas recentes descobriram o inventário de Januário Garcia Leal no Museu do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Este documento esclarece que Januário vivia como negociante de tropas e faleceu no local denominado Lava Tudo em Lages SC em 16/05/1808, quando em companhia de um escravo tentava cercar um cavalo bravo.
Anexos ao inventário: a carta patente de seu posto de capitão e procurações de sua mulher Mariana Lourença de Oliveira para o filho Higino Garcia Leal, e o sobrinho João Pedro Garcia além do exame do corpo de delito que diz: ‘indo sercar hum cavallo que se axaiva a pular hua porteira de varas, o cavallo avançou a dita porteira e encontrou o Capitam hua das varas da porteira e dando-lhe pela orelha direita imediatamente o matou com a pancada’.
IV – Os Descendentes de João Garcia Leal em Franca
A viúva de João Garcia Leal, Maria Joaquina do Espírito Santo morava na freguesia de Jacuy em 1805, onde ela e seu filho João Pedro Garcia Leal foram padrinhos de uma criança chamada Maria, nos últimos anos morou em Franca onde faleceu em 03/09/1812.(8)
Os filhos de João Garcia Leal residiram em Franca.
No livro de casamentos da matriz local (9) constam os casamentos de José Garcia Leal com Ana Angélica de Freitas em 30/10/1809; Salvador Garcia Leal com Maria Prudência da Paixão em 14/02/1820 e Januário Garcia Leal Sobrinho viúvo de Claudina Maria de Jesus com sua cunhada Ludovina em 29/08/1822. MEUS QUERIDOS AVÔS.
Nos maços de população de Mogi Mirim e Franca (10)constam os nomes de José Garcia Leal, João Pedro Garcia Leal e Salvador Garcia Leal; Também na lista elaborada pelo vigário Joaquim Martins Rodrigues para o Governador da Capitania de São Paulo João Carlos Augusto Oeynhausen em 1819 aparecem os ditos nomes.
Cumpre notar que Salvador Garcia Leal era filho natural de Leonor Theodora de Jesus, não se conhecendo seu parentesco com a família Garcia Leal, faleceu em 1832 em Franca onde foi inventariado.
Quanto ao outro irmão Joaquim Garcia Leal Sobrinho , este, fixou residência no arraial da Cana Verde (Batatais). ESTE É NOSSO AVO.
Nos livros de batizados da Matriz de Franca existe vários assentos de filhos dos irmãos Garcia Leal, inclusive um de nome diferente Galdino Martins Saldanha (homenagem à seu bisavô materno) nascido em 1821 filho do capitão José Garcia Leal e Ana Angélica de Freitas.
V – A Entrada para o Sertão do Mato Grosso
Homem de ânimo decidido, empreendedor e inteligente, José Garcia Leal exercia enorme influência sobre a família; em 1820 vendeu a Fazenda São Joaquim(11) e na companhia de seus irmãos; familiares; integrantes das famílias Barbosa e Lopes(12); agregados e escravos empreenderam a célebre entrada de 1828 em direção ao Sertão do Mato Grosso.
A medida que avançavam no sertão fundavam posses: José Garcia Leal se fixou nas fazendas Barra e Córrego Fundo,
Januário Garcial Leal Sobrinho, nosso amado avô, na Fazenda Barreiro e Joaquim no Ariranha, pelos fins de 1831 foi iniciada a povoação de Santana do Paranaíba onde foi levantada a primeira igreja sob a invocação de Nossa Senhora de Santana, cuja imagem foi ofertada por Dona Ana Angélica de Freitas.
Januário Garcia Leal Sobrinho e ludovina maria de jesus, são pais de FRANCISCO GARCIA LEAL, que c/c laudelina carolina de almeida…
que tiveram: RITA CRISTINA DE FREITAS… c/cMARCOLINO MARQUES PEREIRA,,,,, pais de:
vovó júlia, a qual temos foto.
vovó julia garcia de freitas, C/C JOSE´ALBINO,,, teve filho marcolino albino. que é avô de Selma….
marcolino c/c isoldina custodia alves, falecida, com 97 anos, em dezembro de 2.009, pais de:
Ilma Albino, c/c Mário Silva, pais de:
SELMA MARIA DA SILVA.
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Os francanos no final do século XIX ocupavam todo o vácuo sul matogrossense, que tomou o nome de Sertão dos Garcia, e abrangia as bacias dos rios Barreiros, Santana, Quitéria, Sucuriú, Verde e Pardo afluentes da margem direita do Rio Paraná.
O capitão José Garcia Leal foi nomeado diretor da povoação de Santana do Paranaíba em 1836, sendo que o comando político da região esteve sobe seu poder até sua morte em1862, passando para seu filho Manuel Garcia da Silveira Leal que governou até 1891, segundo Hildebrando Campestrini na sua obra Santana do Paranaíba(13), enquanto esteve sob a liderança do capitão e seu filho Paranaíba desenvolveu-se em ordem.
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Tiramos fotos dos túmulos em Franca:
Há notícias que Joaquim Garcia Leal retornou para as terras paulistas fixando-se em Batatais donde havia partido. NOTA , no primeiro ofício do fórum de Formiga -mg tem um inventário de Joaquim Garcial Leal em 1844, que pode ser este Joaquim que voltou de Paranaiba.
VI – Retorno de parte dos Garcia Leal para Franca
Para Franca retornou o filho do capitão José Garcia Leal, Galdino Martins Saldanha, que aí, contraiu núpcias com sua parente Ana Silvéria de Freitas em 03/07/1856. Galdino fixou residência na Fazenda Grupiara nas margens do Rio Canoas, próximo ao Garimpo das Canoas (Claraval), sendo mais tarde conhecido com Galdino Garcia Borges, faleceu em 04/01/1874.
A descendência de Galdino Garcia Borges já atingiu mais de 600 pessoas grande parte ainda vivas e residentes em Franca. Foram seus filhos: João Garcia Borges (*1860+1937), morou na Furna dos Garcia deixou 10 filhos; José Garcia Borges (*1859+1944), morou no Garimpo das Canoas depois em Franca deixou 12 filhos; Francisco Garcia Borges(*1866+1911) morou na Chácara Ponte Preta em Franca, deixou 6 filhos ( 2 filhas migraram para Goiás); Simpliciano Garcia Borges(*1869+1929), deixou 8 filhas e Ana Silvéria de Freitas (Ana Galdina) que nasceu em 1866, morou em Franca e teve apenas uma filha.
Segundo José Teixeira de Meirelles (14)Januário Garcia Leal dedicou a vida defendendo a mais nobre das instituições humanas, a família. Ainda hoje, depois de mais de 200 anos dos fatídicos acontecimentos os membros da família Garcia Leal relembram suas façanhas, olvidadas pela história, principalmente nas noites de serões das antigas fazendas.
1 Guimarães, José . As Tres, Ilhoas, v.I, p.114-115
2 Garcia, Denise Cássia. Os Garcia Frade, p. 07.
3 Miranda, Marcos Paulo de Souza, Jurisdição dos Capitães, p.49
4 Miranda. Op.cit.,p.36.
5 Miranda, Op. Cit.
6 autor do livro Jurisdição dos Capitães, A história de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas, e seu bando,
a publicação melhor documentada sobre a vida de Januário Garcia Leal.
7 Lopes, José Iglair. História de Alpinópolis.Belo Horizonte, 2002.
8 Miranda, Op. Cit. p. 46.
9 Archivo Parochial-Franca 1806/1824.
10 lista da 1ª Cia de Franca 1815-APESP.
11 Apud Miranda, Marcos Paulo de Souza, Jurisdição dos Capitães, p.40
12 Entre eles Joaquim Francisco Lopes, irmão do Guia Lopes da Laguna, que deixou uma descrição da expedição publicada no Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo, vol.III, 1943
13 Nessa obra o capítulo IV é dedicado ao capitão José Garcia Leal
14 Meirelles, José Teixeira, A vida de Januário Garcia , o Sete Orelhas