Nossa Árvore Genealógica – Nossa História – Nós, os GARCIA LEAL, Açorianos no Brasil – Açorianos do Brasil

setembro 21, 2011

História de Portugueses no Brasil

História de Portugueses do Brasil

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

Especialmente mostraremos aqui o ramo da vovó JÚLIA GARCIA LEAL (1875-1946?)

e seus filhos, netos, bisnetos, trinetos……..

EU SOU GARCIA LEAL COM MUITA HONRA,

e,

EU TENHO MUITO ORGULHO DE SER GARCIA LEAL!

TJMS

Pesquise aqui inventários de bens de Garcia Leal

Dá nome de filhos e até de netos, e nome dos pais, se tiver testamento

http://www.tjms.jus.br/Siabi-Memo/Telas/w_busca_processos.asp

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https://www.facebook.com/Janu%C3%A1rio-Garcia-Leal-O-Sete-Orelhas-242926172423518/

Compre o LIVRO da Família Garcia Leal, diretamente com o autor.

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Mande email para ELIO BARBOSA GARCIA:

eliogarcia@superig.com.br 

Nós, os Garcia Leal, viemos da Ilha do Faial, no Arquipélago dos Açores, o Paraíso no meio do Oceano Atlântico:

Nosso amado Arquipélago dos Açores, hoje, está em dificuldades.

Dívida global dos Açores supera os 2,3 mil milhões de euros

Expresso – ‎Há 53 minutos‎
Inspeção Geral de Finanças diz que o orçamento regional dos Açores corre “efetivos riscos de derrapagem orçamental”. A dívida global da Região Autónoma dos Açores, incluindo a administração direta e indireta, empresarial e local, ultrapassava 2,3 mil

http://bagosdeuva.blogspot.com/2009_03_01_archive.html

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Amamos nossa terrinha, os Açores:

www.rtp.pt/play/p56/e112363/telejornal-acores

Somos os Açorianos do Brasil:

História de Açorianos no Brasil

História de Açorianos do Brasil

HOJE AQUI, AMANHÃ NO FAIAL

HOJE AQUI, AMANHÃ NO FAIAL

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

HOJE AQUI, AMANHÃ NO FAYAL!

Que 9 nomes lindos!:

Graciosa, Flores, Pico, Terceira, Santa Maria, Faial, São Jorge, São Miguel, e, a Ilha do Corvo (A mais pequenina – A eterna irmãzinha).

Dos Açores para o Mundo:

Do Faial para o Mundo!

acores

Partimos em busca de pão

Para por aos filhos na mesa

Levamos o coração

Todo cheio de tristeza

Deixamos na Ilha do Faial

Nossos pais, que crueldade!

Dos Açores a São Bento do Abade-MG, passando por Ituverava-SP, para fundar Santana do Paranaíba-MS, e depois, nos esparramos por este mundão.

A Morte do Vovô João Garcia Leal foi assim:

As terras dele faziam divisa com os Silva que começaram a fazer uma valo – um buraco na divisa das terras, (naquele tempo não tinha cerca de arame farpado), desviando-o para a parte da baixada que tinha mais água, (até hoje dá para ver os valos), o vovô foi lá reclamar e o mataram.

Sete Orelhas contada pela Rede Globo, baseado no livro JURISDIÇÃO DOS CAPITÃES –

Não é verdade que tio Januário teve carta branca da justiça, nem que seus parentes vieram para Santa Catarina e depois passaram para Minas Gerais.

Bem, na verdade, até 1810, Lages pertencia à Capitania de São Paulo.

Nós açorianos íamos para Santa Catarina ou Minas Gerais, sem passar de um pra outro.

Eventualmente titio poderia saber de um primo em Santa Catarina. Bem, estes primos de Santa Catarina, Lages, na época, Capitania de São Paulo, não os víamos a mais de 50 anos, já que saímos dos Açores, em 1760 mais ou menos, rumo a Minas Gerais.

E neste livro da nossa Família Garcia Leal tem gente importante como os Derzi e o Coelho e a Inocência do qual o Visconde de Taunay fez um livro e que hoje é nome de município no MS?

Sabiam que eles também são Garcia Leal?

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Selma Maria se emociona ao ler o nome da Vovó Júlia no livro da Família Garcia Leal – E o viu justo em Franca-SP de onde os Garcial Leal partiram para o MS e onde viveu o seu avô Januário Garcia Leal Sobrinho

JOB 8,8 Interroga enim generationem pristinam,
et diligenter investiga patrum memoriam
8,9 (hesterni quippe sumus, et ignoramus,
quoniam sicut umbra dies nostri sunt super terram),
8,10 et ipsi docebunt te, loquentur tibi,
et de corde suo proferent eloquia.

Pois, eu te peço, pergunta agora às gerações passadas; e prepara-te para a inquirição de seus pais.

9 Porque nós somos de ontem, e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra.

10 Porventura não te ensinarão eles, e não te falarão, e do seu coração não tirarão palavras?

É neste inventário que tem tudo. Aqui liga minha bisavó Júlia aos pioneiros povoadores da região do Bolsão.

Da vila pioneira Sant´Ana do Paranahyba,, Matto Grosso,   hoje Paranaíba-MS.

Bravos heróis correndo perigo, vindos de Franca-SP. Povoadores, Desbravadores do Sertão.

julia

Este é o poema que nos enche de orgulho, portugueses do Brasil, que deixamos a terrinha para construir o Brasil:

Ó MAR SALGADO, quanto do teu sal São lagrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão resaram!

Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar Valeu a pena?

Tudo vale a pena Se a alma não é pequena.

Quem quere passar além do Bojador Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abysmo deu, Mas nelle é que espelhou o céu.

O que é preciso é achar processos crimes em Lavras-MG sobre isto e cartas dos Capitães das Companhias de Ordenanças de Lavras-MG para o Governo da Capitania de Minas Gerais para saber mais sobre o caso.

http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2015/01/revitalizacao-de-figueira-resgata-historia-lendaria-de-sao-bento-abade.html

O Sertanejo, edição 02

Uma análise da edição número 02 de “ O Sertanejo”, do dia 04 de novembro de 1934, mostra que o jornal ganhou apoio do comércio, de acordo com os anúncios na página 02.

O Bazar dos Garcias, de Eponino Garcia Leal, garantia preços especiais. O anúncio pedia ao leitor que ao fazer qualquer compra era indispensável uma visita ao Bazar dos Garcias. “Compramos a dinheiro para vender a preços mínimos”, assegurava o anúncio.

A Casa Barateira, de Salomão João, alertava os lavradores: “Se queres ter bons resultados nas suas lavouras, usa só os artigos da Casa Barateira, a maior barateira da região”.

Na primeira página, a empresa de energia chamada Iluminadora Santanense, de José Rossi, avisa aos consumidores em atraso de até dois meses que se não pagassem até o dia 10, ficariam sem luz.

Mas a principal notícia dessa edição do dia 04 é um pedido de direito de resposta a uma nota publicada na secção “Queixas e reclamações” sobre um suposto maltrato sofrido por um aluno da Escolas Reunidas. Amigos do diretor da Escola se mostram indignados com a nota e a resposta veio com o título “Desfazendo uma Infâmia”, demonstrando repúdio com um desejo inusitado: “[…] fazemos votos que ao calumniador o morcego lhe cuspa …na boca”.

 

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

O sertanejo anuncio

A luta pela terra viveu seu momento mais terrível, na Capitania de Minas Gerais, quando, em 1802, em S. Bento do Abade, ocorreu o famoso crime do “Arranca-Couro”, ou “Tira-Couro”:

O fazendeiro João Garcia Leal, (meu sexto-avô), foi martirizado por 7 irmãos, tendo seu couro arrancado com ele ainda vivo.

João Garcia Leal foi dependurado na “Figueira do Tira-Couro”.

Seu irmão Januário Garcia Leal, (O “7 Orelhas”), jurando vingança, matou os 7 irmãos,. os Silva assassinos bárbaros, depois de anos de perseguição.

Tio Januário fez um colar com as 7 orelhas dos assassinos.

UMA MULHER DA TERRINHA – ASSIM, ÉRAMOS NÓS NAQUELE TEMPO!

acoriana

Família Garcia Leal promove primeiro encontro em Paranaíba-MS

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

os garcia leal paranaiba

26 de abril de 2011 Talita Matsushita

https://wordpress.com/post/eusougarcialeal.wordpress.com/99

Em um clima saudoso, a família Garcia Leal realizou na noite do último sábado o 1º Encontro Garcia Leal “Bravura e Tradição de uma grande família”. A festa foi organizada para os descendentes de Ana Garcia Leal (Donana), um folder com toda a árvore genealógica ficou exposto para os convidados. A reunião ocorreu no Salão Paroquial do Centro.

Entre os membros da família mais próximos de Donana estão vivos ainda Joaquina Garcia de Souza, Ananias Alves Garcia, Procópia Garcia Rios e Benício Alves Leal Garcia. Joaquina Garcia de Souza, de 85 anos, disse que o Encontro foi muito bonito, e foi certo reunir a família. Para ela o encontro demorou um pouco para acontecer, mas o importante foi que ocorreu. “Essa reunião deve acontecer sempre, é muito bonito para o povo não esquecer”, disse.

Já Ananias Alves Garcia achou muito emocionante o Encontro, e não encontrou palavras para descrever o momento. A família dos Garcia Leal, contou Ananias, deve estar sempre realizando estas reuniões para que seja lembrado toda a história e importância da família. Para as gerações futuras, ele pede para que seja seguido o exemplo do passado, com muita bravura, pois está no sangue.

A notícia completa você encontra na edição de hoje do jornal Tribuna Livre.

Fonte: Jornal Tribuna Livre Online

AÇORES TERRA DE MIL CORES

ANTES DE TUDO NOSSA HOMENAGEM NOSSO AMOR POR NOSSA TERRA

O Paraíso no meio do Oceano Atlântico – Açores Um Jardim de Flores:

Os Açores são uma das sugestões de eleição para visita em 2015 da agência de viagens online eDreams, que identifica o arquipélago como um destino cultural e paradisíaco.

Descobrir as nove ilhas da Região Autónoma dos Açores será a aventura para as férias deste ano, refere a eDreams, salientando tratar-se da Natureza em estado puro.

http://www.vortexmag.net/national-geographic-acores-entre-as-melhores-ilhas-do-mundo/

Divididas em três grandes grupos, Ocidental, Central e Oriental, as ilhas do Corvo, Flores, Faial, Graciosa, Pico, São Jorge, Terceira, Santa Maria e São Miguel dispõem de uma variedade de locais históricos e culturais que permitem aos visitantes conhecer a história da Região, ao mesmo tempo que desfrutam da natureza em pleno, adianta a eDreams.

Viagem pelas estradas dos Açores

Pequeno paraíso dentro de um maior que é a ilha de São Miguel, o Ilhéu de Vila Franca do Campo

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas, mandas-me louvar dos MEUS ANTEPASSADOS, a GLÓRIA.

Os Garcia Leal, como grande parte das famílias mineiras são originários do Arquipélago dos Açores:

9 Ilhas – Açores –

O Paraíso no meio do Oceano Atlântico:

No nosso tempo, tínhamos uma vida muita duro com a fome (muitas vezes a colheita era fraca e não tínhamos o que comer),  com os terremotos, e, com as epidemias – Mas como é um paraíso o nosso Açores!

Sobre as epidemias:

Morreu de febre trazida dos campos, onde andára bucolicamente,
n´um dia de sol forte, cantando e ceifando feno.”
 EÇA DE QUEIRÓZ

Como é lindo o nosso Açores – Tanta alegria, tantas festas, e, vivíamos no local mais pacífico do mundo:

Que nomes lindos!:

Graciosa, Flores, Pico, Terceira, Santa Maria, Faial, São Jorge, São Miguel, Corvo (A mais pequenina – A eterna irmãzinha).

acores

 “Essa gente ordeira, laboriosa, prolifera, antes ilhada nos Açores, não encontraria limites para sua expansão em terras brasileiras. Unindo seu nome ao dos paulistas que povoaram as Minas Gerais, transformaram-se em novos bandeirantes”.

Hoje aqui, Amanhã no FAIAL!

faial

Aquilo que ouvimos e que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos; nós os contaremos, de geração em geração.

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas, mandas-me louvar dos MEUS ANTEPASSADOS, a GLÓRIA.

NOSSO AMADO AÇORES:

Açores são as segundas melhores ilhas do mundo, diz National Geographic.

A revista National Geographic Traveler elegeu o arquipélago dos Açores, em Portugal, como as segundas melhores ilhas do mundo, atrás das ilhas Faroé, na Dinamarca.

No artigo Best Rated Islands são avaliados 111 destinos por 522 peritos em turismo sustentável. Os Açores obtêm 84 em 100 pontos, sendo definidos como sítio paradisíaco, com construções bem conservadas, natureza respeitada e habitantes sofisticados, cuja maioria já viveu fora.

Os caprichos do clima impedem a massificação de turistas seduzidos pelas montanhas vulcânicas, pelos vales verdejantes das Flores ou pelas baías da Terceira.

O arquipélago da Madeira surge em 70.º lugar, com 61 pontos.

Apesar da reputação de turismo de alta qualidade, belos cenários, magníficos jardins, canais de água antigos, religiosidade marcante e o charme do fado, a Madeira sofreu como o desenvolvimento massivo da hotelaria e dos edifícios demasiado altos, referem os especialistas.

Foram seleccionados os destinos em risco de ceder à pressão turística e que conseguiram encontrar um equilíbrio.

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Conheça a nossa vida e de nossa região no bonito blog orgulho do Bolsão

http://blogdobolsao.blogspot.com.br/

Meu avô quis tirar o sobrenome Garcia porque diziam que Garcia Leal é matador.

Hoje, somo,s entre mortos e vivos, mais de 30.000 descendentes do martirizado JOÃO GARCIA LEAL.

AS HISTÓRIAS e as LEMBRANÇAS de NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORRER CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS de GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

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Aqui  a nossa terrinha no Barreiro:

barreiros

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

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EU SOU GARCIA LEAL COM MUITA HONRA, e,

 TENHO ORGULHO DE SER UMA GARCIA LEAL.

É Legal ser uma Garcia Leal!

GARCIA LEGAL

BRASÃO FEITO POR GARCIA LEAL DE GOÍAS

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A luta pela terra viveu seu momento mais terrível, na Capitania de Minas Gerais, quando, em 1802, em S. Bento do Abade, ocorreu o famoso crime do “Arranca-Couro”, ou “Tira-Couro”:

O fazendeiro João Garcia Leal, (meu sexto-avô), foi martirizado por 7 irmãos, tendo seu couro arrancado com ele ainda vivo.

João Garcia Leal foi dependurado na “Figueira do Tira-Couro”.

Seu irmão Januário Garcia Leal, (O “7 Orelhas”), jurando vingança, matou os 7 irmãos,. os Silva assassinos bárbaros, depois de anos de perseguição.

Tio Januário fez um colar com as 7 orelhas dos assassinos.

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

Paranaíba completa 158 anos com muito orgulho de ter sido criada por Nós os Garcia Leal

Em 1906, a publicação “Quadro Chorograpfico de Mato Grosso” escrita por Estevão de Mendonça, fez um retrato das cidades de Matto Grosso, detalhando as particularidades das cidades de então. A obra publicada pelo Lyceu Cuiabano e escrita pela caligrafia invejável de Estevão Mendonça, nos idos de 1900 registra duas características que permanecem até hoje no espirito do povo paranaibense.

“Homens resolutos e empreendedores, seus interesses e haveres alargavam se promtamente favorecidos pelas excelentes condições dos campos e das matas de cultivo que se achavam de posse, e este fatco atrahio para a localidade novos moradores, espontâneos uns, e convidados outros,” escreveu Mendonça.

Hoje, quando Paranaíba completa 158 anos de emancipação politica, essas características permanecem vivas no jeito de ser local. Resolutos e empreendedores, marcas que acompanham cada cidadão e cidadã paranaibense.  

O Blog do Bolsão como singela homenagem ao 4 de julho, publica com exclusividade o texto  que certamente foi um dos primeiros registros de Sant’Ana de Paranahyba. ‘

(Hino de Paranaíba  executado pelos alunos da fanfarra municipal 03/07/2015)

 

Quadro Chorograpfico de Mato Grosso

Estevão de Mendonça ,

LENTE CATHEDRATICO DO Lyceu Cuiabano

1906  Escolas profissionais salesianas

Sant Anna do Paranahyba

No vértice do ângulo formado pelos rios Aporé e Paranayba, e a três léguas distante deste, fica a cidade de Sant Anna de Paranahyba.

Pouco se sabe com relação aos primeiros tempos de seu povoamento, e o que a respeito não oferece dúvidas é que tendo ahi se estabelecido em 1832 com fazenda de criação os irmãos José Garcia Leal, Januário Garcia Leal Sobrinho (Meu amado avô), Pedro e Joaquim Garcia Leal, todos vindos de Minas Gerais, ficou então a região desde então, conhecida pela designação de “Sertão dos Garcias”.

Homens resolutos e empreendedores, seus interesses e haveres alargavam se promtamente favorecidos pelas excelentes condições dos campos e das matas de cultivo que se achavam de posse, e este fatco atrahio para a localidade novos moradores, espontâneos uns, e convidados outros, figurando a esta ultima classe os capitães João Alves dos Santos, José Coelho de Souza, o padre Francisco de Salles de Souza Fleury e mais alguns cidadãos.

Aumentada a população, de suas terras fez o capitão João Alves cessão de um patrimônio  em que se fundou a povoação, sob invocação de Nossa Senhora de Sant Anna, em homenagem a esposa de José Garcia Leal, e no lugar mais elevado desse patrimônio foi construído uma igreja onde se colocou a imagem da padroeira, oferecida pela mesma esposa de Jose Garcia, dona Ana Angélica de Freitas.

A conselho do padre Salles Fleury, sacerdote cheio de ilustrações e virtudes solicitaram então os moradores de Sant Anna ao governo provincial de Goyaz a nomeação de autoridades locais e alguns melhoramentos materiais indispensáveis e, como não tivessem alcançado nada neste sentido, resolveram por acordo unanime apelar para o presidente de Matto Grosso.

Tomada essa deliberação o Capitão José Garcia Leal dirigiu-se pessoalmente a esta capital, onde foi acolhido com carinho, regressando pouco depois como portador de todas a providencias pedidas e investidas do cargo de delegado do governo com amplos poderes administrativos.

E, se o governo de Matto Grosso comprometeuse a satisfazer as justas reclamações dos santanenses, mais executou ainda a promover abertura de estradas, de postos de passagens, agencia de correios, construção de pontes, bares e cadeias.

Animadora foi desde essa época a expansão comercial do districto, cujas relações com São Paulo e Minas tornaram se estreitas e constante sendo a freguesi por lei em 1857 elevada a categoria de villa, em delimitação compreendida entre o rio Pardo,a fluente do Paran;a e o rio Correntes, afluente do Paranayba. Sede de comarca por lei de 1873, so foi de declarada cidade no actual regimen.

A cidade de Sant Anna de Parabahyba assentada sobre terreno levemente acidentado, varrida por ventos constantes do Nordeste, conta duas escolas publicas, igreja, uma colectoria estadual, um posto militar, algumas ruas não calçadas e várias casas comerciais.

Nos seus arredores ficam prósperas e importantes fazendas de criação, cujo produto faz objeto de exportação para São Paulo e minas e constitui a principal fonte de riqueza do município.

PESQUISE GARCIA LEAL, RODRIGUES DA COSTA, JOSÉ DE SOUZA, Barbosa Sandoval, Rodrigues de Macedo, Garcia de Freitas, MARQUES PEREIRA, e,

mais famílias de Paranaíba-MS, Inocência-MS e de toda a Região do Bolsão, em

seus inventários e testamentos no:

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Obrigado a todos!

Atingimos 8.000 acessos no dia 17/fev/2014, as 11:10, um dia depois de voltarmos da Figueira do Tira-Couro.

A Saga açoriana no Brasil – Nós, os Garcia Leal, viemos da Ilha do Faial, no Arquipélago dos Açores.

Somo primos dos Garcia do Capitão Diogo Garcia, esposo da ilhoa Júlia Maria da Caridade, que é  avó de meu marido Paulo César de Castro Silveira e de milhões de mineiros.

Leia sobre os AÇORES:

 http://capitaodomingos.com/acores-o-paraiso-no-meio-do-atlantico-9-ilhas-com-nomes-lindos/

A Morte do Vovô João Garcia Leal foi assim:

As terras dele faziam divisa com os Silva que começaram a fazer uma valo – um buraco na divisa das terras, (naquele tempo não tinha cerca de arame farpado), desviando-o para a parte da baixada que tinha mais água, (até hoje dá para ver os valos), o vovô foi lá reclamar e o mataram.

HISTÓRIA É DOCUMENTO – OLHA SÓ :

Certinho minha Genealogia no inventário da esposa do JANUÁRIO GARCIA LEAL SOBRINHO, a querida vovó LUDOVINA MARIA DE JESUS:

Aqui está provadinho minha descendência.

Esta maravilha de documento está no Tribunal de Justiça do MS.

Bem declarado:

Júlia filha de Rita que é filha de FRANCISCO GARCIAL Leal herdeiro de Ludovina e Januário Garcia Leal Sobrinho.

Genealogia se faz com documentos.

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É POR ISSO QUE EXISTIMOS!

Porque os ÓRFÃOS do JOÃO GARCIA LEAL foram para a VILA FRANCA DO IMPERADOR na Capitania de São Paulo, e,  DEPOIS  FUNDARAM e POVOARAM a REGIÃO do BOLSÃO no atual MATO GROSSO DO SUL.

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Eu adentrando ao local sagrado em que meu sexto avô foi martirizado!

 –

Pense grande, Pense Garcia Leal!

PENSE GARCIA LEGAL

Vovô João Garcia Leal tendo ido reclamar que estavam demarcando as divisas com os Silva em lugar errado, entrando em suas terras os valos, a fim de grilarem terras em que havia bastante água, os 7 irmãos Silva arrancaram seu couro e penduraram o vovô João Garcia Leal em uma figueira, e, levaram seu couro como troféu.

Comentário sobre o Vídeo da TV Record:

Toda a narração da Justiça feita pelo 7 orelhas é fantasia.

O que é preciso é achar o processo crime da morte bárbaro de meu avô JOÃO GARCIA LEAL

Não coloca nós Garcia Leal como existindo ainda e espalhados pelo Mato Grosso do Sul e Franca-SP.

Ignora que titio morreu em Lages-SC, em 1808, quando Lages era da Capitania de São Paulo, e, onde foi barbaramente assassinado.

Isso precisa ser investigado. Deve ter processo crime sobre o bárbaro assassinato em 1808 de Januário Garcia Leal

O pessoal de Alpinópolis-MG não é sobrinho de Januário coisa nenhuma, são descendentes, seus filhos ficaram lá.

Os sobrinhos foram para Franca-SP, e, somos nós, os sobrinhos do Januário Garcia Leal.

Também é muito chato ignorar que somos açorianos.

João Garcia Leal, (martirizado no Tira-Couro e meu SEXTO-AVÔ), foi casado com Maria Joaquina do Espírito Santo.

São os pais de:

Januário Garcia Leal Sobrinho que se casou com Ludovina Maria de Jesus.

Veja aqui foto do assento de casamento de Januário Garcia Leal Sobrinho com Ludovina  Maria de Jesus, em Franca-SP:

No My Heritage tem muito de nós

PESQUISE GARCIA LEAL

PESQUISE GARCIA LEAL

em:

SERVIÇO NOTARIAL E DE REGISTRO CIVIL

Titular: NICHOLAS SALLES FERNANDES SILVA TORRES
Endereço: RUA MANOEL FERREIRA LEAL, 121 – CENTRO
Telefone: (67) 3574-2388
Fax: (67) 3574-2388
79580-000
Email: tabelinocms@gmail.com
Município: Inocência-MS

2º SERVIÇO NOTARIAL E DE REGISTRO CIVIL

Titular: MARLUCIA LOPES DA SILVA MARQUES
Endereço: RUA VISCONDE DE TAUNAY, 1045 – CENTRO
Telefone: (67) 3668-1697
Fax: (67) 3668-2920
79500-000
Email: cartorio2oficioparanaiba@yahoo.com.br
Município: Paranaíba-MS

GENTE DE MINAS GERAIS E DE FRANCA-SP CONSTRUINDO O BOLSÃO MATO GROSSO DO SUL

PESQUISE GARCIA LEAL, RODRIGUES DA COSTA, Barbosa Sandoval, Garcia de Freitas, José DE SOUZA, MARQUES PEREIRA e,

mais famílias de Paranaíba-MS, Inocência-MS, Região do Bolsão, e,

seus inventários e testamentos em:

http://www.tjms.jus.br/Siabi-Memo/Telas/w_busca_processos.asp

E aqui leia um resumo do INVENTÁRIO OBRIGATÓRIO DE BENS QUE FICARAM DA

Ludovina Maria de Jesus, que foi a segunda esposa de Januário Garcia Leal Sobrinho:

lodovina cortada

 –

Capa do Inventário

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Título dos Herdeiros

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Título dos Herdeiros continuação (fora de foco)

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TÍTULO DOS HERDEIROS, com suas idades, de JANUÁRIO GARCIA LEAL SOBRINHO

Januário Garcia Leal é falecido em Paranaíba-MS, em 1868:

Isso é que é ser genealogista gente:

É beber na fonte:

Nossos agradecimentos ao pessoal do Memorial e Biblioteca do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul lá em Campo Grande-MS, no Parque do Poderes.

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JOÃO GARCIA LEAL, (Mártir em 1802),  casado com, (c/c), Maria Joaquina do Espírito Santo, que são os pais de:

Januário Garcia Leal, (Sobrinho do 7 Orelhas), c/c Ludovina Maria de Jesus, que são os pais de:

Francisco Garcia Leal c/c Laudelina Carolina de Almeida, que são os pais de:

Rita Cristina de Freitas, (também chamada Rita Garcia de Freitas) c/c Marcolino Marques Pereira, que são os pais de:

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Júlia Garcia Leal – QUE PORTE NOBRE – QUE ORGULHO DE AVOZINHA

Júlia Garcia Leal, (também chamada Júlia Garcia de Freitas), c/c o italiano José Albino, que são os pais de:

JÚLIA COMO TODOS ANTIGOS TEVE RENCA DE FILHOS E FILHAS.

Dela se conta que falou pro delegado de Paranaíba-MS

Vem tirar, vem cortar,,,

o Delegado falou:eu corto sua língua…

Vem tirar, vem cortar,,,

FILHOS E FILHAS DA VOVÓ JÚLIA GARCIA LEAL ( tem documento que está Júlia Garcia de Freitas- normal isto).

Não estamos certos destes nomes todos, deve faltar alguns, escreve para a gente contando..

  • Com o primeiro marido, o Pedro Madaleno de Campos:

Juventino, Tita e a Jerônima

A vovó Júlia, teve com o vô José (Giuseppi), Albino, o italiano, que veio para o Brasil, por volta de 1887, ainda criança para o Brasil, dizem que tinha 8 anos e veio com irmã e tio, e, foi parar no sertão, os seguintes filhos:

Rafael, José (nenen), maria albina, marcolino, francisco (Chicuta), benedita, maria, eudóxia, luísa (neneca), e tia ana, esta ainda viva, com quase 98 anos, em 2017.

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Marcolino e Izoldina

Marcolino Albino c/c Izoldina Custódio Alves, que são os pais de:

ABADIA, DIVINA, ILMA, JOÃO, NEUSA, WILSON

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

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Ilma e Mário

Ilma Albino Alves c/c Mário da Silva, que são os pais de:

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Eu,

Selma Maria da Silva que:

Sou euzinha que FIZ ESTE SITE

Com muito amor a nós todos Garcia Leal

É legal ser Garcia Leal

Garcia Legal

A vinda de mais um Garcia Leal ao Mundo

Uma Garcia Leal que chegou em 2015

MARIA LUIZA, bisneta da Ilma, trineta do véio Marcolino, tetra-neta da vovó Júlia

maria luiza

Maria Luiza vai crescer sabendo que é uma açoriana do Brasil, uma açoriana no Brasil, e que é uma Garcia Leal, porque:

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

ABADIA, filha do Marcolino e Dona Izórdina teve:

Sônia, Sebastião, Aparecida, Maria Abadia, Elder

Divina teve, filha do Marcolino, teve:

gismeire e giselda,

Ilma teve:

Sérgio, Sueli, Selma, e Suzeti.

João, filho do véio marculino, teve,

Rosana, Flávia, Daniela

Neusa teve:

Silvana, Sirleni, Silmeri.

O caçula, já falecido, Tio Wilson, teve

Suziene e Wilson jr.

NÃO CONTAMOS PARA NINGUÉM EM SÃO BENTO DO ABADE-MG QUE  EU SOU UMA GARCIA LEAL – Estive lá onde vovô foi martirizado. Que medo dos Silva!

Medo de ter Silva por lá: – Olha lá, ela é uma deles….

Titio Januário foi morto barbaramente, em 1808, em Lages-SC, que, na época, era Capitania de São Paulo.

A morte bárbara por vingança é descrita no seu inventário que está  no Arquivo da Justiça de Santa Catarina.

Isso é fato. Precisamos achar os processos crimes do Tira-Couro… Pode estar no Fórum de Lavras-MG, ou no Arquivo de São João del Rey-MG.

A mulher do titio Januário e seus filhos ficaram em Ventania-MG, atual Alpinópolis-MG.

Os antepassados paulistas dos Garcia na  Wikipedia, e, no livro do Elio Garcia estão errados.

No Livro do Elio Garcia, estamos verificando se está certo.

Hoje somos entre mortos e vivos mais de 30.000 descendentes do martirizado JOÃO GARCIA LEAL.

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

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A amada terrinha, na região de Lavras-MG, São Bento do Abade-MG, Três Corações-MG, São Tomé das Letras-MG, tem esta paisagem maravilhosa:

Veja aqui a ÁRVORE GENEALÓGICA que começa com Ilma, minha mãe e seus antepassados:

ARVORE GENEALÓGICA

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A REGIÃO DO BOLSÃO Paranaíba-MS e região que nós Garcia Leal abrimos, povoamos e construímos:

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COMPRE O LIVRO DOS GARCIA LEAL, clic aqui:

A Família Garcia Leal, compre o livro dos Garcia Leal: “Desbravadores do Sertão”

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LEIA SOBRE INOCÊNCIA-MS

Povoado e agora cidade fundada por nós Garcia Leal, e, por meus tios os ALBINOS.

Vovô José Albino casou-se com vovó JÚLIA GARCIA LEAL

Clic no link:

inocencia

ESTE SITE MACHADO FERNANDES tem a nossa GENEALOGIA pelo lado dos Albino:

http://www.machadofernandes.com.br/ancestry.php?rootid=I470&chart_style=1&PEDIGREE_GENERATIONS=10&box_width=100&ged=fernandes.ged

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O MATTO GROSSO do NOSSO TEMPO:

Mapa do General Cândido Mariano da Silva Rondon.

Mapa antigo do Mato Grosso, Comissão Rondon.

Nossa Santana do Paranaíba bem sozinha:

1922, já aparece Três Lagoas e a Estrada de Ferro NOB:

Agora em 2014 fez 100 anos da chegada da velha NOB a Campo Grande-MS

Nunca esquecemos do frei profeta que passou por Paranaíba-MS no tempo da Vovó Júlia e disse que do nada iria aparecer uma cidade e do nada iria desaparecer.

Esse frei depois foi para a Guerra do Santo Contestado, em 1908 em Santa Catarina

Sabemos que do nada apareceu Três Lagoas-MS, logo depois, e, do nada ficou debaixo das águas a velha Itapura-SP, e, a velha Rubinéia-SP, Porto Presidente Vargas, Porto XV de Novembro.

Em Paranaíba-MS entre 1900 e 1910 houve revoluções horrorosas no tempo em que o frei  passou por lá.

Estas histórias estamos tentando estudar e saber mais sobre elas.

A Morte do Vovô João Garcia Leal foi assim:

As terras dele faziam divisa com os Silva que começaram a fazer uma valo – um buraco na divisa das terras, (naquele tempo não tinha cerca de arame farpado), desviando-o para a parte da baixada que tinha mais água, (até hoje dá para ver os valos), o vovô foi lá reclamar e o mataram.

Aqui vivemos, no Barreiro, e, nas Morangas, e, em São Pedro, estes dois distritos são de Inocência-MS

Aliás INOCÊNCIA  é homenagem do velho Taunay a uma prima nossa!.

Leia sobre Inocência-MS que tem os distritos de Morangas e São Pedro:

inocencia

A MOÇA QUE RECEBEU POR TAUNAY o nome de INOCÊNCIA é minha prima:

Chama-me na verdade:

Jacinta Garcia

E no livro INOCÊNCIA também tem um primo de meu marido, o ANTÔNIO CESÁRIO DA SILVA E OLIVEIRA, o único que mantém o nome real no livro, e que era muito culto e que Taunay gostou demais dele quando o conheceu em UBERABA-MG, terra dos Silva e Oliveira do meu marido, fundadores daquela metrópole.

VEJA TAMBÉM nesta página abaixo, o mapa antigão da nossa amada terra:

Neste mapa, a nossa região do Bolsão, o leste do atual Mato Grosso do Sul ainda fazia parte da Capitania de Goyaz.

Mapa do Mato Grosso e Goiás, 1826, na época que lá chegamos!

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Nesse mapa nossa terra é demandada por Goiás (assinalado divisa em xx) sozinha nossa Santa Ana do Paranaíba em 1860 pouco antes da Guerra do Paraguai

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Aqui é a Freguesia do Carmo da Franca onde meu quinto-avô Januário Garcia Leal Sobrinho viveu logo depois que se casou, tanto pela primeira vez, quanto pela segunda.

Sua primeira mulher foi enterrada na Capela do Carmo.

Essa pequena igrejinha é do tempo do vovô.

Carmo da Franca tem este nome por nela passar  o Rio do Carmo onde tem a cachoeira que deu nome à cidade de Ituverava-SP.

Ituverava quer dizer Cachoeira Brilhante:

A Igrejinha do Vovô, e, que lindo Carmo da Franca fazer estas homenagens a nós Portugueses do Brasil, a nós Açorianos do Brasil!

Um barquinho daqueles que viemos dos Açores para construir o Brasil!

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Nós Garcia Leal revolucionando a política de Três Lagoas-MS

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AQUI VOVÔ NA WIKIPEDIA

Perseguição política e desbravamento do Mato Grosso do Sul

Em sua tenra infância, teve o pai, João Garcia Leal, assassinado cruelmente em 1802 devido a disputas territoriais na região deLavras. Com sua família, presenciou, também, a mudança que se deu na vida de seu tio, também de nome Januário Garcia Leal, que, de pacato fazendeiro, tornou-se vingador cruel da morte do irmão, sendo intitulado “Sete Orelhas“. Desta forma, mesmo após a morte deste, Januário e a sua família sofreram com problemas políticos decorrentes das ações do tio, e se estabeleceram, os órfãos, em Franca.

No ano de 1829, saindo de Franca, então Província de São Paulo, e cruzando o Rio Paranaíba, os Garcia Leal (os irmãos Capitão José Garcia Leal, Januário Garcia Leal Sobrinho, João Pedro Garcia Leal e Joaquim Garcia Leal, filhos de João Garcia Leal) e suas famílias agregadas, e mais os Correia Neves, Januário José de Souza e irmãos, os Rodrigues da Costa, os Barbosa e os Lopes, adentraram o atual leste sul-matogrossense, no atual estado de Mato Grosso do Sul. Além da fuga por motivos políticos, visavam, esses pioneiros, expandir as fazendas de gado, cujos rebanhos vinham do Vale do Rio São Francisco.

O sertanista Joaquim Francisco Lopes deixou manuscritos dessa entrada, que hoje se encontram na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Tal entrada também possibilitou que toda a região leste de Mato Grosso do Sul fosse colonizada, a partir de então, onde posteriormente, desmembraram-se vários municípios da primeiro município da região que foi Paranaíba.

Casamentos e descendência

Casou-se, em Franca, em 1815, pela primeira vez, com Claudina Maria de Jesus, natural de Pitangui, filha legítima de Fabiano Álvares da Silveira e Anastácia Maria de Oliveira. Tiveram os filhos:

  • Camilo, nascido em Franca, em 29 de setembro de 1816, não aparece no inventário da mãe dele, aberto em Franca em 1825.
  • Januário, nascido em Franca, em 26 de abril de 1818;
  • Maria Joaquina de Freitas, nascida em 1819, em Franca, falecido em Paranaíba em 3 de julho de 1883), casada com Bernardino Correia Neves;
  • Claudina Garcia Leal, nascida em Franca, em 1820, casada, pela primeira vez, com Francisco Alves de Assis, e pela segunda vez, com Bernardo Correia de Melo, e, da terceira vez, com Jerônimo Ferreira Bueno.

Falecendo Claudina Maria de São Camilo, também chamada Claudina Maria de Jesus, em 2 de julho de 1822, em Ituverava, Januário Garcia Leal Sobrinho casou-se novamente, em Franca, com uma irmã de sua falecida esposa, Ludovina Maria de Jesus, em 29 de agosto de 1822.

VER ACIMA FOTO DO ASSENTO DESTE CASAMENTO.

Januário e Ludovina tiveram os seguintes filhos, nascidos, os primeiros em Franca, e, após 1830, nascidos em Paranaíba:

  • Maria Garcia Leal (1825 – ), casada com seu primo Sabino Garcia Leal, moradores na fazenda do capitão José Garcia Leal;
  • Narcisa Garcia Leal (1826 – antes de 1868;
  • Joaquim Garcia Leal (1828 – ), casado com Maria Angélica Ferreira de Freitas, afazendados no ribeirão Ariranha;
  • Francisco Garcia Leal (1830 – 28 de junho de 1861), tenente, casado com Laudelina Carolina de Almeida; NOSSO AMADO AVÔ,  pai da Rita e avô da JÚLIA GARCIA LEAL.
  • Manuel Garcia Leal (1834 – ), casado com Camila Garcia Tosta, afazendados no córrego Sapato, águas do ribeirão Barreiro;
  • Laura Garcia Leal, casada com Necésio Ferreira de Melo, moradores no ribeirão Ariranha;
  • Delfina Garcia Leal, casada com Francisco Ferreira de Melo, também moradores no Ariranha;
  • Lucinda Garcia Leal, casada com Jerônimo Indalécio.

Entre seus descendentes, ainda estão: Protázio Garcia Leal,  fundador de Três Lagoas juntamente a Antônio Trajano dos Santos e Luís Correia Neves Filho (filho de seu compadre Luís Correia Neves); Claudina Correia Garcia, sua neta, filha de Maria Joaquina de Freitas e fundadora da Fazenda Beltrão; e Zulmira Maria de Jesus – sua bisneta, filha de Claudina Correia Garcia e Luís Correia Neves Filho.

O território de Paranaiba, foi primitivamente povoado pelos índios Caiapós, tornando-se conhecido das primeiras bandeiras Paulistas no início do ano de 1700, e permanecendo sob a liderança do bandeirante Antônio Pires de Campos, o célebre “Pai Pirá”, entre os anos de 1739 e 1755, que vinham para o sertão capturar escravos índios.

Somente em 1830 vieram os primeiros colonizadores, oriundos de Minas Gerais. Destacando-se José Garcia Leal, líder dos colonizadores vindos de Franca-SP-basicamente seus familiares-que tocando à frente escravos e gado, estabeleceram-se três léguas aquém de Paranaíba, seduzidos pelas águas existentes e pela fertilidade do solo que se prestava as várias culturas de subsistência.

Em 1836 erguia-se a primeira igreja, pela conjugação de esforços dos Garcia e do Padre Francisco Sales de Souza Fleury. Sendo que, no dia 04 de junho de 1857 a povoação foi denominada Sant´Ana do Paranaíba, em homenagem a Nossa Senhora Santana, padroeira do lugar em homenagem à esposa de José Garcia Leal chamada Ana.

Na Guerra do Paraguai, Paranaíba teve uma participação muito importante, pois foi na época, a rota de apoio logístico e de fuga dos civis envolvidos no conflito, tendo como pontos máximos, a atuação de José Francisco Lopes em 1867, o Guia Lopes,na célebre retirada da Laguna, e a documentação de Alfredo de Taunay, o Visconde de Taunay, que atravessou a região neste ano registrando suas observações sobre os habitantes, seus hábitos e sobre sua natureza, e a partir disto escrever o romance Inocência, cujo drama se passa naquele universo, tornando a região conhecida em grande parte do mundo.

Foi elevada a distrito pela Lei 04 de 19/04/1838, e o município criado pela Lei 05 de 10/07/1857.

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

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UMA GENEALOGIA DO JOÃO GARCIA LEAL MARTIRIZADO NO TIRA COURO:

Gráfico Ahnentafel para  João Garcia Leal

 

 

Primeira Geração

 

  1. João Garcia Leal nasceu  em 1759 e foi batizado em Freguesia de Santa Cruz (Goiás), bisp. do Rio de Janeiro.

João casou-se com Maria Joaquina do Espirito Santo, filha de Nicolau Martins Saldanha e Ignacia Maria de Barros, em 24 junho 1783 em Igreja de Lavras, MG.

 

Segunda Geração

 

  1. Pedro Garcia Leal nasceu em Ilha de São Miguel ou Ilha Terceira. Ele casou-se com Josepha Cordeiro Borba em 12 novembro 1749 em Mogi Guaçu, SP.
  1. Josepha Cordeiro Borba nasceu em 19 março 1734 em Cotia, SP e foi batizada em 14 abril 1734 em Cotia, SP .

 LEIA SOBRE OS BORBA GATO AQUI:

http://www.projetocompartilhar.org/Familia/BorbaGato.htm 

Terceira Geração

 

  1. João Garcia Pinheiro nasceu em Angra, Ilha Terceira. Ele casou-se com Maria Leal.
  1. Maria Leal nasceu em Cotia, SP.
  1. Ignacio Diniz Caldeira nasceu em 13 novembro 1704 em Freguesia da Sé de São Salvador, Angra, Ilha Terceira, Açores. Ele faleceu em 24 março 1767 em Cotia, SP. Ignacio casou-se com Escholastica Cordeiro Borba em 12 agôsto 1727 em Igreja de Sam Joam, Cotia, São Paulo.
  1. Escholastica Cordeiro Borba nasceu  estimado 1709. Ela faleceu em 13 dezembro 1755 em Cotia, SP.

 

Quarta Geração

 

  1. Manuel Diniz Caldeira nasceu em Biscoitos, Ilha Terceira, Açores e foi batizado em 15 março 1665 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Concelho da Praia da Vitoria, Ilha Terceira, Açores. Ele casou-se com Ursula Maria da Trindade em 20 janeiro 1687 em Freguesia da Conceição, Angra, Ilha Terceira.
  1. Ursula Maria da Trindade foi batizada em 22 novembro 1668 em Igreja N.Sra Conceição, Cidade de Angra, Ilha Terceira .
  1. Martinho Cordeiro Borges nasceu depois 1665 em Villa de Santana de Parnaiba, SP. Ele faleceu 08 agosto 1710 em Santana do Parnaiba, SP e foi enterrado em Igreja Matriz de Santana de Parnaiba, na sepultura do pai.. Martinho casou-se com Catarina de Borba Gato estimado 1691.
  1. Catarina de Borba Gato nasceu em Cotia, SP. Ela faleceu em 30 junho 1749 em Cotia, SP.

 

Quinta Geração

 

  1. Balthazar Dias Caldeira foi batizado em 9 janeiro 1636 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Porto da Cruz, Ilha Terceira, Açores. Ele casou-se com Francisca Dinis e Cunha em 5 fevereiro 1663 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Concelho da Praia da Vitoria, Ilha Terceira, Açores.
  1. Francisca Dinis e Cunha foi batizada em 2 outubro 1633 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Porto da Cruz, Ilha Terceira, Açores .
  1. Francisco Cardoso casou-se com Isabel Velha.
  1. Isabel Velha.
  1. Vicente Cordeiro nasceu em Santo Estevão de Alfama, Lisboa, Portugal. Ele faleceu antes 18 novembro 1682 em Santana do Parnaiba, Capitania de São Vicente. Vicente casou-se com Maria de Ramos em 1665 em Santana do Parnaiba, SP.
  1. Maria de Ramos faleceu depois 1710.
  1. Balthazar de Borba Gato nasceu em 1649 em São Paulo, SP e foi batizado em 6 janeiro 1650 em N. Sra. da Assunção (Sé), São Paulo, SP. Ele faleceu estimado 27 outubro 1698 em Santana do Parnaiba, Capitania de São Vicente. Balthazar casou-se com Mariana Domingues.
  1. Mariana Domingues faleceu em 1 maio 1704 em Santana do Parnaiba, Capitania de São Vicente.

 

Sexta Geração

 

  1. Manoel Dias Caldeira foi batizado crisma em 30/10/1615 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Porto da Cruz, Ilha Terceira, Açores. Ele casou-se com Maria Lucas em 15 novembro 1627 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Concelho da Praia da Vitoria, Ilha Terceira, Açores.
  1. Maria Lucas.
  1. Manoel Dinis nasceu em Ilha de São Miguel. Ele faleceu 18 jan 1662 ou 1663 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Concelho da Praia da Vitoria, Ilha Terceira, Açores. Manoel casou-se com Catharina George em 26 maio 1631 em Nossa Senhora da Conceição, Angra do Heroismo, Ilha Terceira.
  1. Catharina George faleceu em 13 fevereiro 1662 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Concelho da Praia da Vitoria, Ilha Terceira, Açores.
  1. Antonio Galter ou Gualtel ou de Alter nasceu em cidade de Paris, França. Ele casou-se com Luiza Cordeira.
  1. Luiza Cordeira nasceu em cidade do Porto, Portugal.
  1. BELCHIOR DE BORBA GATO nasceu estimado 1610 em Portugal. Ele faleceu Entre 1652 e 1661 em prov. São Paulo. BELCHIOR casou-se com Anna Rodrigues de Arzão antes 1638.
  1. Anna Rodrigues de Arzão nasceu  estimado 1620. Ela faleceu antes 1674 em prov. São Paulo.
  1. Antonio Domingues nasceu  estimado 1615. Ele faleceu est 13 agosto 1684 em Santana do Parnaiba, SP e foi enterrado em Santa Casa da Misericordia, SP. Antonio casou-se com Isabel Fernandes em 9 julho 1634 em Sé, São Paulo.
  1. Isabel Fernandes nasceu  antes 1615. Ela faleceu est 11 agosto 1684 em Santana do Parnaiba, SP e foi enterrada em Santa Casa da Misericordia, SP.

 

Sétima Geração

 

  1. Antonio Dias casou-se com Maria Cardoza em 27 janeiro 1583 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Porto da Cruz, Ilha Terceira, Açores.
  1. Maria Cardoza.
  1. Manoel Lucas foi batizado 13 out ou 18 julho de 1577 em Freguesia de Sta Barbara das Nove Ribeiras, Ilha Terceira. Ele casou-se com Domingas Fernandes em 30 janeiro 1600 em Paroquia do Apostolo Pedro, Biscoitos, Concelho da Praia da Vitoria, Ilha Terceira, Açores.
  1. Domingas Fernandes.
  1. Manoel Dinis casou-se com Isabel de Carvalho.
  1. Isabel de Carvalho.
  1. Jorge Dias faleceu antes 1631 em possivelmente N.Sra Conceição, Angra do Heroismo, Ilha Terceira. Ele casou-se com Francisca Gonçalves.
  1. Francisca Gonçalves faleceu antes 1631 em possivelmente N.Sra Conceição, Angra do Heroismo, Ilha Terceira.
  1. Pai dos Gato casou-se com Mãe dos Gato.
  1. Mãe dos Gato.
  1. Cornélio de Arzão ou D’Arsan nasceu em Flandres. Ele faleceu antes outubro 1638 em Villa de São Paulo. Cornélio casou-se com Elvira Rodrigues estimado 1609 em Villa de São Paulo, Capitania de São Vicente.
  1. Elvira Rodrigues faleceu depois 1672.
  1. Pedro Domingues o velho faleceu em 14 novembro 1633 em Vila de São Paulo, capitania de São Vicente. Ele casou-se com Madalena Fernandes.
  1. Madalena Fernandes.
  1. Capitão Baltazar Gonçalves Malio nasceu  estimado 1573. Ele faleceu depois 1659 em São Paulo. Baltazar casou-se com Jeronima Fernandes em 1601.
  1. Jeronima Fernandes nasceu  estimado 1578. Ela faleceu antes 4 agôsto 1630 em São Paulo.

E A GENEALOGIA DO VOVÔ NO LIVRO DAS 3 ILHOAS das quais mais da metade dos mineiros do sul de Minas é neto:

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

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garcia leal ilhoas

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Eu sou Garcia Leal, com muita honra:

janeiro 29, 2011

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É LEGAL SER GARCIA LEAL!

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Compre o LIVRO da Família Garcia Leal, diretamente com o autor:

Mande email para ELIO BARBOSA GARCIA:

eliogarcia@superig.com.br 

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Eu, Selma Maria,  emocionada ao ler o nome da Vovó Júlia Garcia Leal  no livro da Família Garcia Leal

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História de Portugueses no Brasil

História de Portugueses do Brasil

É LEGAL SER GARCIA LEAL

GARCIA LEGAL

EU SOU GARCIA LEAL COM MUITA HONRA, E,

TENHO ORGULHO DE SER UMA GARCIA LEAL

Manda-me, ó Rei, que conte declarando,
De minha gente a grão genealogia:
Não me mande contar estranha história:
Mas manda me louvar dos meus a glória.

A luta pela terra viveu seu momento mais terrível, na Capitania de Minas Gerais, quando, em 1802, em S. Bento do Abade, ocorreu o famoso crime do “Arranca-Couro”, ou “Tira-Couro”:

O fazendeiro João Garcia Leal, (meu sexto-avô), foi martirizado por 7 irmãos, tendo seu couro arrancado com ele ainda vivo. João Garcia Leal foi dependurado na “Figueira do Tira-Couro”.

Seu irmão Januário Garcia Leal, (O “7 Orelhas”), jurando vingança, (no que fez muito bem), matou os 7 irmãos assassinos, depois de anos de perseguição.

Tio Januário fez um colar com as 7 orelhas dos assassinos.

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Minha família pelo lado da avó materna, dos Machado Fernandes:

http://www.machadofernandes.com.br/ancestry.php?rootid=I470&chart_style=1&PEDIGREE_GENERATIONS=10&box_width=100&ged=fernandes.ged

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Veja na Wikipedia:

Há erros na Genealogia dos Garcia no lado paulista deles: O Elio copiou errado do livro do Silva Leme – Genealogia Paulistana

http://pt.wikipedia.org/wiki/Janu%C3%A1rio_Garcia_Leal_Sobrinho

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Garcia_Leal

http://pt.wikipedia.org/wiki/Janu%C3%A1rio_Garcia_Leal

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É LEGAL SER GARCIA LEAL!

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João Garcia Leal (martirizado no Tira-Couro e meu SEXTO-AVÔ), foi casado com Maria Joaquina do Espírito Santo. São os pais de:

Januário Garcia Leal Sobrinho que se casou com Ludovina Maria de Jesus.

Veja aqui foto do acento de casamento de Januário Sobrinho e Ludovina em Franca-SP:

Januário Garcia Leal Sobrinho c/c Ludovina são os pais de:

Francisco Garcia Leal c/c Laudelina Carolina de Almeida, são os pais de:

Rita Cristina de Freitas c/c Marcolino Marques Pereira, são os pais de:

Júlia Garcia Leal (também chamada Júlia Garcia de Freitas) c/c José Albino, o italiano, são os pais de:

Marcolino Albino c/c Izoldina Custódio Alves, são os pais de:

Ilma Albino Alves c/c Mário da Silva, são os pais de:

Selma Maria da Silva. Sou euzinha que FIZ ESTE SITE com muito amor a nós todos Garcia Leal

E quem vai continuar fazendo este site quando eu for me  encontrar com JOÃO GARCIA LEAL?

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Veja aqui a ÁRVORE GENEALÓGICA que começa com Ilma, minha mãe e os seus antepassados:

ARVORE GENEALÓGICA

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PESQUISE GARCIA LEAL em:

SERVIÇO NOTARIAL E DE REGISTRO CIVIL

Titular: NICHOLAS SALLES FERNANDES SILVA TORRES
Endereço: RUA MANOEL FERREIRA LEAL, 121 – CENTRO
Telefone: (67) 3574-2388
Fax: (67) 3574-2388
79580-000
Email: tabelinocms@gmail.com
Cidade: Inocência

2º SERVIÇO NOTARIAL E DE REGISTRO CIVIL

Titular: MARLUCIA LOPES DA SILVA MARQUES
Endereço: RUA VISCONDE DE TAUNAY, 1045 – CENTRO
Telefone: (67) 3668-1697
Fax: (67) 3668-2920
79500-000
Email: cartorio2oficioparanaiba@yahoo.com.br
Cidade: Paranaíba

ORGULHO DA REGIÃO DO BOLSÃO DO MATO GROSSO DO SUL, que  nós Garcia Leal criamos e construímos.

Orgulho da minha amiga de infância Simone Nassar Tebet.

Entrevista da Simone ao Campo Grande News, em 05 de maio de 2013

http://www.campograndenews.com.br/politica/em-secretaria-desafio-de-simone-e-mostrar-realizacoes-sociais-de-ms

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JANUÁRIO GARCIA LEAL: O crime bárbaro do “Tira-Couro”, os Garcia Leal, em Franca-SP e Paranaíba-MS

março 17, 2010

É LEGAL SER GARCIA LEAL!

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GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

Nós, os Garcia Leal, viemos da Ilha do Faial, no Arquipélago dos Açores.

A luta pela terra viveu seu momento mais terrível, na Capitania de Minas Gerais, quando, em 1802, em S. Bento do Abade, ocorreu o famoso crime do “Arranca-Couro”, ou “Tira-Couro”:

O fazendeiro João Garcia Leal, (meu sexto-avô), foi martirizado por 7 irmãos, tendo seu couro arrancado com ele ainda vivo. João Garcia Leal foi dependurado na “Figueira do Tira-Couro”. Seu irmão Januário Garcia Leal, (O “7 Orelhas”), jurando vingança, matou os 7 irmãos assassinos, depois de anos de perseguição. Tio Januário fez um colar com as 7 orelhas dos assassinos.

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

COMPRE O LIVRO DOS GARCIA LEAL:

A Família Garcia Leal, compre o livro dos Garcia Leal: “Desbravadores do Sertão”

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORRER CONOSCO: TEMOS QUE PASSÁ-LAS DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Janu%C3%A1rio_Garcia_Leal

http://www.saobentoabade.mg.gov.br/cont_pag1.asp?pag=41

E É POR ISSO QUE nós Garcia Leal do Mato Grosso dos Sul  EXISTIMOS:

PORQUE OS ORFÃOS DO JOÃO GARCIA LEAL FORAM PARA A VILA FRANCA DO IMPERADOR NA PROVINCIA DE SÃO PAULO E DEPOIS PARA FUNDAR E POVOAR A REGIÃO DO BOLSÃO NO ATUAL MATO GROSSO DO SUL. 

O Januário Garcia Leal Sobrinho é o orfão de João Garcia Leal que é meu penta-avô:

Januário Garcia Leal Sobrinho c/c Ludovina Maria de Jesus, são  os pais de  FRANCISCO GARCIA LEAL, que c/c Laudelina Carolina de Almeida…

que tiveram: RITA CRISTINA DE FREITAS… c/c MARCOLINO MARQUES PEREIRA,,,,, pais de:

Vovó Júlia, da qual temos foto. 

Vovó Júlia Garcia  Leal (de Freitas), C/C JOSÉ ALBINO, italiano,,,   teve o filho Marcolino Albino:

Marcolino Albino foi c/c Isoldina Custódia Alves, falecida, com 97 anos, em dezembro de 2.009, pais de:

Ilma Albino Alves,  que é c/c Mário Silva, pais de:

SELMA MARIA DA SILVA SILVEIRA, eu que fiz este site.

Hoje somos entre mortos e vivos mais de 30.000 descendentes do martirizado JOÃO GARCIA LEAL.

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É LEGAL SER GARCIA LEAL!

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Em 1802 na atual São Bento Abade-MG, no aconteceu  a saga do lendário Januário Garcia Leal, herói vingador e principal protagonista da história.


Januário Garcia Leal, (o lendário “Sete Orelhas”), nasceu em Jacuí, sul de Minas Gerais, por volta de 1761 ,e faleceu em “”Lava Tudo””, Lages, no atual estado de Santa Catarina no ano de 1808.

Em 1808 Lages pertencia à Capitania de São Paulo. Em 1810, D. João a transferiu para SC.

Apesar de ter vivido sempre na região sudeste do país, especificamente em Minas Gerais.

João Garcia Leal e Januário eram filho de Pedro Garcia Leal (açoriano, da Ilha do Faial, filho de João Garcia Pinheiro e Maria Leal) e de Josefa Cordeiro Borba (nascida na Freguesia de Cotia – SP, filha de Inácio Diniz Caldeira e Escolástica Cordeiro Borba).

Januário provinha de uma importante família e estava rodeado de familiares também não menos importantes aos olhos da administração colonial portuguesa.

Foi casado com Dona Mariana Lourença de Oliveira (filha de João Lourenço de Oliveira, natural de São João Del-Rei, e de Rita Rosa de Jesus, da Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo), com quem teve descendência.


Em 21 de janeiro de 1802, Januário recebeu carta patente assinada pelo Capitão General da Capitania de Minas Gerais, Bernardo José de Lorena, nomeando-o como Capitão de Ordenanças do Distrito de São José e Nossa Senhora das Dores.
Até esta época Januário era um pacato fazendeiro, que vivia na propriedade denominada Ventania, situada no Sul de Minas Gerais, juntamente com sua família e escravos.

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Tinha uma vida comum a de todos de seu tempo, até que um acontecimento trágico mudara definitivamente os rumos de seu destino: a morte covarde de seu irmão João Garcia Leal, que foi surpreendido na localidade de São Bento Abade por sete homens e atado nu em uma árvore, onde foi assassinado a sangue frio, tendo os homicidas, retirado lentamente toda a pele de seu corpo.
Na época, a burocrática justiça portuguesa mostrou-se absolutamente indiferente ao episódio, deixando impunes os sete irmãos que haviam perpetrado a revoltante barbárie.

Como as autoridades não fizeram nada, Januário associou-se a seu irmão caçula Salvador Garcia Leal e ao tio Mateus Luiz Garcia e os três capitães de milícias assumiram pessoalmente a tarefa de localizar e sentenciar os autores do horrendo crime, dando início a uma perseguição atroz, relembrando obscuros tempos da história da humanidade, quando a justiça ainda era feita pelas próprias mãos.

A lei escolhida por Januário, chefe do bando de justiceiros privados, foi a de Talião – morte aos matadores – com o requinte estarrecedor de se decepar uma orelha de cada criminoso, juntando-as em um macabro cordão que era publicamente exibido como troféu pelos implacáveis vingadores.

Somente depois de decepada a última orelha dos criminosos é que Januário deu-se por satisfeito.

Segundo a tradição oral de São Bento Abade, Januário Garcia Leal, o alcunhado “Sete Orelhas”, teria sido considerado um dos mais terríveis facínoras de Minas Gerais, sendo sua história comparada a do lendário cangaceiro Lampião.

É importante frisar que o “Rei do Cangaço” atuou no Nordeste Brasileiro, em uma época e em um contexto completamente diferentes da realidade mineira.
No entanto, Januário e seu bando sacudiram a Capitania de Minas Gerais, se sobrepondo às autoridades policiais e judiciárias, conquistando fama e respeito com seus impressionantes feitos, o que de fato o consolidou como um “herói”, um triunfo importante para a construção de seu próprio mito. (SOUZA, 1973).
No século XIX, várias famílias passaram a povoar a região do Tira Couro, atraídas pela mineração do ouro e pela fertilidade das terras propícias à agricultura e pecuária, ficando a região no entorno da Fazenda São Bento do Campo Formoso pouco povoada, uma vez que seus proprietários temiam o povoamento do local, segundo Frei José da Santíssima Trindade que visitou o local entre os de 1821 e 1825.

Este fato contraria a regra geral de desenvolvimento das povoações mineiras, que tinha como principal característica a Igreja como elemento aglutinador.

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É LEGAL SER GARCIA LEAL!

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

GARCIA LEGAL

O que os Garcia de Andrade são nossos?

Os Garcia Leal em Franca

João Bekman Alves

            I – Decadência do Ciclo do Ouro em Minas 

 No final do século XVIII a mineração entrou em decadência nas Minas Gerais, gerando enorme crise social com a ruína econômica e desestabilização das instituições públicas. Grande parte da população ligada à mineração procurou alternativas de subsistência nas atividades agropecuárias, buscando para isto, terras propícias, como as paulistas, no Sertão do Rio Pardo, este fato liga-se diretamente à criação da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca em 1805, visto que o pedido de criação da freguesia foi efetuado pelos entrantes mineiros. Já a degradação dos poderes judiciários propiciou o aparecimento da justiça privada exercida pelos capitães, cujo exemplo mais conspícuo no Sul de Minas foi o de Januário Garcia, o “Sete-Orelhas”.

            Os Garcia Leal, como grande parte das famílias mineiras são originários do Arquipélago dos Açores, “essa gente ordeira, laboriosa, prolífera, antes ilhada nos Açores, não encontraria limites para sua expansão em terras brasileiras. Unindo seu nome ao dos paulistas que povoaram as Minas Gerais, transformaram-se em novos bandeirantes” .(1) Deve-se aos açorianos, tradições como: as festas do divino, as folias de reis, trouxeram também as rodas de fiar, os teares, o carro de boi e ainda os doces caseiros. (2) A Família Garcia Leal distribuiu-se por quase todo Sudeste do Brasil, principalmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná,  Mato Grosso do Sul e Goiás.

            II – Ilha do Faial – Arquipélago dos Açores

             Na ilha do Faial, nasceu em 1679, João Garcia Pinheiro, que se casou com Maria Leal; este casal teve vários filhos que os acompanharam na sua migração para o Brasil, sendo que o filho caçula Pedro Garcia Leal nascido por volta de 1722 casou-se em Mogy-Guaçu bispado de São Paulo com Josepha Cordeyro Borba do clã dos Borba Gato. Os descendentes desses consortes constituem o ramo Garcia Leal.

            Pedro Garcia Leal estabeleceu com esposa e filhos menores nas indecisas divisas de Minas e São Paulo no antigo caminho da Estrada dos Goiazes, onde dava assistência como negociante às expedições de conquista, havendo registros de assentos religiosos com seu nome contemporaneamente ao de Pedro Franco Quaresma e Bartolomeu Bueno do Prado, sertanistas paulistas desbravadores do Sertão do Jacuy.

Nesse itinerário nasceram mais alguns de seus filhos – em Santa Cruz de Goiazes foi batizado em 1759 seu filho João Garcia Leal. Pedro Garcia Leal foi proprietário da Fazenda Talhados às margens do Rio Grande, aí provavelmente nasceu o filho Januário Garcia Leal por volta de 1761 (os registros da freguesia de Jacuy só começam a partir de 1764)(3).

Pedro Garcia Leal foi casado em segundas núpcias com Maria dos Anjos não sendo conhecida descendência dessa união, faleceu em 1780 no arraial do Jacuy.(4).

Os irmãos João Garcia Leal e Januário Garcia Leal se estabeleceram como fazendeiros em Lavras do Funil no Sul de Minas.

O alferes João Garcia Leal contraiu matrimônio em 1783 com Maria Joaquina do Espírito Santo filha de Nicolau Martins Saldanha e Inácia Maria de Barros, pessoas influentes na região, tiveram os filhos Eufrásia (falecida em Franca em 1820), José Garcia Leal, Januário Garcia Leal (sobrinho), João Pedro Garcia Leal e Joaquim Garcia Leal. Januário Garcia Leal (tio) foi casado com Mariana Lourença de Oliveira, recebeu patente de capitão de ordenanças do distrito de São José e Nossa Senhora das Dores (atual Varginha-MG) em 1802.

III – A Vingança de Januário Garcia Leal

Data de pouco depois desta nomeação o cruel assassinato de seu irmão João Garcia Leal, ocasionado por desentendimentos sobre divisas de fazendas, o qual foi despelado na figueira do Tira Couro próximo à igreja de São Bento Abade, do Termo da Vila de Lavras.

Januário Garcia Leal prometeu vingança diante do corpo desfigurado do irmão, antes, procurou os representantes da lei na Comarca do Rio das Mortes, em São João D’el Rey, a qual, a freguesia de Lavras era subordinada.

As autoridades alegaram falta de recursos e meios para aplicar a lei e deixaram em suas mãos o destino dos criminosos. Januário partiu no encalço dos homicidas e não descansou enquanto não completou um rosário de sete orelhas, o qual foi apresentado publicamente pendurado ao pescoço nas vilas e povoados por onde andou, segundo representações existentes nos arquivos em Portugal.(5)

Januário Garcia Leal teve o auxilio de seu irmão Salvador Garcia Leal e seu primo Mateus Luis Garcia nessas empreitadas; segundo Marcos Paulo de Souza Miranda(6), vigia em grande parte de Minas Gerais, uma jurisdição privada, exercida ao arrepio da lei e a revelia das autoridades portuguesas, abrangendo a região de São João D’el Rey, Campanha e Itapecerica, nela, os Garcia aplicaram a justiça pelas próprias mãos.

Segundo alguns autores os feitos de Januário Garcia Leal superam os cometidos por Lampião mais de um século depois.

O conselho Ultramarino expediu aos governadores das Capitanias de São Paulo e Minas ordens de prisão contra os Garcia, sendo que Salvador Garcia Leal chegou a ser preso, mas em seguida foi libertado. Depois disso Januário viveu algum tempo na sua propriedade na freguesia de Jacuy, Fazenda Ventania (Alpinópolis-MG), que foi vendida em 1806 por sua esposa, a seu pedido, para saldar dívidas feitas com parentes no decorrer das perseguições que fez aos assassinos.(7).

Pesquisas históricas recentes descobriram o inventário de Januário Garcia Leal no Museu do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Este documento esclarece que Januário vivia como negociante de tropas e faleceu no local denominado Lava Tudo em Lages SC em 16/05/1808, quando em companhia de um escravo tentava cercar um cavalo bravo.

Anexos ao inventário: a carta patente de seu posto de capitão e procurações de sua mulher Mariana Lourença de Oliveira para o filho Higino Garcia Leal, e o sobrinho João Pedro Garcia além do exame do corpo de delito que diz: ‘indo sercar hum cavallo que se axaiva  a pular hua porteira de varas, o cavallo avançou a dita porteira e encontrou o Capitam hua das varas da porteira  e dando-lhe pela orelha direita imediatamente o matou com a pancada’.

IV – Os Descendentes de João Garcia Leal em Franca

A viúva de João Garcia Leal, Maria Joaquina do Espírito Santo morava na freguesia de Jacuy em 1805, onde ela e seu filho João Pedro Garcia Leal foram padrinhos de uma criança chamada Maria, nos últimos anos morou em Franca onde faleceu em 03/09/1812.(8)

Os filhos de João Garcia Leal residiram em Franca.

No livro de casamentos da matriz local (9) constam os casamentos de José Garcia Leal com Ana Angélica de Freitas em 30/10/1809; Salvador Garcia Leal com Maria Prudência da Paixão em 14/02/1820 e Januário Garcia Leal Sobrinho, viúvo de Claudina Maria de Jesus ,com sua cunhada Ludovina em 29/08/1822. 

MEUS QUERIDOS AVÔS.

 Nos maços de população de Mogi Mirim e Franca (10)constam os nomes de José Garcia Leal, João Pedro Garcia Leal e Salvador Garcia Leal; Também na lista elaborada pelo vigário Joaquim Martins Rodrigues para o Governador da Capitania de São Paulo João Carlos Augusto Oeynhausen em 1819 aparecem os ditos nomes.

Cumpre notar que Salvador Garcia Leal era filho natural de Leonor Theodora de Jesus, não se conhecendo seu parentesco com a família Garcia Leal, faleceu em 1832 em Franca onde foi inventariado.

Quanto ao outro irmão Joaquim Garcia Leal Sobrinho , este, fixou residência no arraial da Cana Verde (Batatais).  ESTE É NOSSO AVO.

Nos livros de batizados da Matriz de Franca existe vários assentos de filhos dos irmãos Garcia Leal, inclusive um de nome diferente Galdino Martins Saldanha (homenagem à seu bisavô materno) nascido em 1821 filho do capitão José Garcia Leal e Ana Angélica de Freitas.

V – A Entrada para o Sertão do Mato Grosso

Homem de ânimo decidido, empreendedor e inteligente, José Garcia Leal exercia enorme influência sobre a família; em 1820 vendeu a Fazenda São Joaquim(11) e na companhia de seus irmãos; familiares; integrantes das famílias Barbosa e Lopes(12); agregados e escravos empreenderam a célebre entrada de 1828 em direção ao Sertão do Mato Grosso.

A medida que avançavam no sertão fundavam posses: José Garcia Leal se fixou nas fazendas Barra e Córrego Fundo,

Januário Garcial Leal Sobrinho, nosso amado avô, na Fazenda Barreiro e Joaquim, no Ariranha, pelos fins de 1831, foi iniciada a povoação de Santana do Paranaíba onde foi levantada a primeira igreja sob a invocação de Nossa Senhora de Santana, cuja imagem foi ofertada por Dona Ana Angélica de Freitas.

Januário Garcia Leal Sobrinho e Ludovina Maria de Jesus, são  os pais de  FRANCISCO GARCIA LEAL, que c/c Laudelina Carolina de Almeida…

que tiveram: RITA CRISTINA DE FREITAS… c/c MARCOLINO MARQUES PEREIRA,,,,, pais de:

Vovó Júlia, a qual temos foto. 

Vovó Júlia Garcia  Leal (de Freitas), C/C JOSÉ ALBINO, italiano,,,   teve o filho Marcolino Albino:

Marcolino Albino foi c/c Isoldina Custódia Alves, falecida, com 97 anos, em dezembro de 2.009, pais de:

Ilma Albino Alves,  que é c/c Mário Silva, pais de:

SELMA MARIA DA SILVA SILVEIRA, eu que fiz este site.

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Os francanos no final do século XIX ocupavam todo o vácuo sul matogrossense, que tomou o nome de Sertão dos Garcia, e abrangia as bacias dos rios Barreiros, Santana, Quitéria, Sucuriú, Verde e Pardo afluentes da margem direita do Rio Paraná.

O capitão José Garcia Leal foi nomeado diretor da povoação de Santana do Paranaíba em 1836, sendo que o comando político da região esteve sobe seu poder até sua morte em1862, passando para seu filho Manuel Garcia da Silveira Leal que governou até 1891, segundo Hildebrando Campestrini na sua obra Santana do Paranaíba(13), enquanto esteve sob a liderança do capitão e seu filho Paranaíba desenvolveu-se em ordem.

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Tiramos fotos dos túmulos em Franca:

Há notícias que Joaquim Garcia Leal retornou para as terras paulistas fixando-se em Batatais donde havia partido. NOTA, no primeiro ofício do fórum de Formiga -mg tem um inventário de Joaquim Garcial Leal, em 1844, que pode ser este Joaquim que voltou de Paranaíba.

VI – Retorno de parte dos Garcia Leal para Franca

Para Franca retornou o filho do capitão José Garcia Leal, Galdino Martins Saldanha, que aí, contraiu núpcias com sua parente Ana Silvéria de Freitas em 03/07/1856. Galdino fixou residência na Fazenda Grupiara nas margens do Rio Canoas, próximo ao Garimpo das Canoas (Claraval), sendo mais tarde conhecido com Galdino Garcia Borges, faleceu em 04/01/1874.

A descendência de Galdino Garcia Borges já atingiu mais de 600 pessoas grande parte ainda vivas e residentes em Franca. Foram seus filhos: João Garcia Borges (*1860+1937), morou na Furna dos Garcia deixou 10 filhos; José Garcia Borges (*1859+1944), morou no Garimpo das Canoas depois em Franca deixou 12 filhos; Francisco Garcia Borges(*1866+1911) morou na Chácara Ponte Preta em Franca, deixou 6 filhos ( 2 filhas migraram para Goiás); Simpliciano Garcia Borges(*1869+1929), deixou 8 filhas e Ana Silvéria de Freitas (Ana Galdina) que nasceu em 1866, morou em Franca e teve apenas uma filha.

Segundo José Teixeira de Meirelles (14)Januário Garcia Leal dedicou a vida defendendo a mais nobre das instituições humanas, a família. Ainda hoje, depois de mais de 200 anos dos fatídicos acontecimentos os membros da família Garcia Leal relembram suas façanhas, olvidadas pela história, principalmente nas noites de serões das antigas fazendas.


1 Guimarães, José,  As Tres,Ilhoas, v.I, p.114-115

2 Garcia, Denise Cássia, Os Garcia Frade, p. 07.

3 Miranda, Marcos Paulo de Souza, Jurisdição dos Capitães, p.49

4 Miranda. Op.cit.,p.36.

5 Miranda, Op. Cit.

6 autor do livro Jurisdição dos Capitães, A história de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas, e seu bando,  a publicação melhor documentada sobre a vida de Januário Garcia Leal.

7 Lopes, José Iglair. História de Alpinópolis.Belo Horizonte, 2002.

8 Miranda, Op. Cit. p. 46.

9 Archivo Parochial-Franca 1806/1824.

10 lista da 1ª Cia de Franca 1815-APESP.

11 Apud Miranda, Marcos Paulo de Souza, Jurisdição dos Capitães, p.40

12 Entre eles Joaquim Francisco Lopes, irmão do Guia Lopes da Laguna, que deixou uma descrição da expedição publicada no Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo, vol.III, 1943

13 Nessa obra o capítulo IV é dedicado ao capitão José Garcia Leal

14 Meirelles, José Teixeira, A vida de Januário Garcia, o Sete Orelhas